Não
posso duvidar da pessoa que me contou: Quando em criança, houve uma
noite em que acordou em sobressalto com o ruído de correntes se
arrastando. Acordou a mãe que lhe disse logo que devia ser algum cão
que estava preso e se soltou mas, pelo sim pelo não, ela dirigiu-se
à porta e, através do postigo, espreitou. - Vês, não há nada –
disse para a filha e ambas voltaram para as suas camas. No dia
seguinte, em conversa com a filha, a mãe disse-lhe: - Olha, ontem
eu não quis dizer-te nada porque senão já não dormias mas, quando
abri o postigo, vi um enorme cavalo branco parado mesmo em frente do
portão do quintal da nossa vizinha. A referida vizinha, sei-o, era
uma vidente e, frequentemente, sofria de ataques de epilepsia. Outra
pessoa da mesma localidade, diz que por duas vezes, quando passava de
noite junto à ladeira do cemitério, viu descer um enorme cavalo
branco com um lindo menino vestido de príncipe. Nesse tempo,
contavam-se muitas histórias e, fantasias não faltariam
mas, pelos vistos, há factos reais como aquele indivíduo que voava
e que deixava a aldeia em alvoroço. Tempos de lobisomens!
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Por onde andam os espíritos?
Não
posso duvidar da pessoa que me contou: Quando em criança, houve uma
noite em que acordou em sobressalto com o ruído de correntes se
arrastando. Acordou a mãe que lhe disse logo que devia ser algum cão
que estava preso e se soltou mas, pelo sim pelo não, ela dirigiu-se
à porta e, através do postigo, espreitou. - Vês, não há nada –
disse para a filha e ambas voltaram para as suas camas. No dia
seguinte, em conversa com a filha, a mãe disse-lhe: - Olha, ontem
eu não quis dizer-te nada porque senão já não dormias mas, quando
abri o postigo, vi um enorme cavalo branco parado mesmo em frente do
portão do quintal da nossa vizinha. A referida vizinha, sei-o, era
uma vidente e, frequentemente, sofria de ataques de epilepsia. Outra
pessoa da mesma localidade, diz que por duas vezes, quando passava de
noite junto à ladeira do cemitério, viu descer um enorme cavalo
branco com um lindo menino vestido de príncipe. Nesse tempo,
contavam-se muitas histórias e, fantasias não faltariam
mas, pelos vistos, há factos reais como aquele indivíduo que voava
e que deixava a aldeia em alvoroço. Tempos de lobisomens!
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eheh!!! ... depois da revolução... nem os espíritos se sentem bem por cá !!!
ResponderEliminarE também com esses aceleras que para aí andam...
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