sábado, 13 de setembro de 2014

Crises estranhas

Começa a fazer sentido o modo cíclico das crises. Um dos objetivos dos “iluminados” é a diminuição progressiva da população mundial. As troykas, o desemprego, as falcatruas financeiras, são apenas alguns dos instrumentos que “eles” usam para atrair o “peixe” para as suas redes.
Nessas migrações, os jovens, perdidos, sem horizontes, pisando terrenos de areias movediças, aceitam facilmente a mão de grupos militares que  lhes é estendida e lá partem para dar a sua colaboração a projetos “nobres” como cortar cabeças a inocentes, ou metralhar multidões. Projetos que não são mais do que cumprir a “Ordem” de desbaste da população! Já assim foi nos anos 80, assim é agora e será cada vez mais no futuro. Os governantes serão cada vez mais escolhidos a dedo para permitirem que isso aconteça onde quer que seja e, tão sofisticada é essa manobra que os povos, ingenuamente, fazem-lhes o joguinho, deixando-se enganar e elegendo-os!

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Dar valor, não exterminar!

Os Yazidis têm as suas raízes na antiga Mesopotâmia. Hoje estão presentes, essencialmente, no Iraque mas também no sul do Kurdistão iraniano. Têm nessas terras uma presença multimilenária. O seu calendário aponta para a entrada do ano 6.764. São entre 500 mil e 600 mil no Iraque, principalmente na planície de Nínive. As suas crenças remontam aos primórdios do Islão. São monoteístas mas misturam várias influências, muito especialmente muçulmanas. Com efeito, eles são os herdeiros do Cheikh Adi, um místico fundador de uma comunidade muçulmana ortodoxa no século XII nas montanhas do Kurdistão. Afastados do mundo, criaram seus ritos, mitos e símbolos  que os têm afastado, progressivamente, do Islão primitivo. Misturam-se a tudo isso, influências mais antigas do Zoroastrismo, do Judaísmo mas também do Cristianismo. Inclusivamente, praticam o batismo, veneram  Cristo e a Virgem Maria.

Nota: a imagem é do Daily News. O texto é  tradução minha (súmula de um texto do jornal "Le Figaro")